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7th January
2010
written by Marcus Vinicius

Doce angústia que me presenteia com a sua presença.

Bem e mal soberanos que me tiram o foco da vida.
Prisão constante da qual não desejo ser liberto.
 
Oh, orvalho contido, crescente, infinito.
Tudo é infinito quando se trata de ti. A dor, o calor, a saudade, o carinho. Ainda que por um instante, instante sem fim.
 
Saio de mim, num breve momento eterno. Liberto-me e na liberdade espalho meus segredos. Ainda que para o vazio, pois você não está aqui.
 
Sou capaz de criar universos onde existam somente nós dois. Seremos reis e plebeus, amantes e amados, metade e um.
 
A esperança me alimenta, mas a agústia me desfaz. Qual será o nosso fim?

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1 Comment

  1. 08/01/2010

    Você é lindo.. completo..o meu Poeta!

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